Para entender a poesia, que faria ?
Se nada sei, o que diria !
Vem não posso falar de poesia
Até porque a que lia
Nunca entendia.
Mas tudo ficou mais claro,
Quando caiu do céu o azul!
E conscientemente o que é meu
Se formou no mais profundo desentendimento.
Se poeta não sou quem me roubou?
Quem disse o que disse,
Não pode voltar a dizer!
Até porque falar por falar
É tropeçar sem querer.
Mas escrevo
E será que é por medo?
Ou pela afirmação ?
Os pés onde me firmo são os mesmos que andam no chão!
Porque terei eu que dar uma explicação?
Aqueles que por medo, só sabem dizer: que não !
Mas que classe tão organizada
Mas que perfeição
É de tal harmonia que deixa a poesia voar sem direção.
Alma o que ?
Verdades onde estais vós ?
Ó sagrada escrita
Que coordenada de nós!
Almas piedosas que vivem de piadinhas
Verdades tão falsas como as minhas...
Vieirinha Vieira “ POETARES”
Se nada sei, o que diria !
Vem não posso falar de poesia
Até porque a que lia
Nunca entendia.
Mas tudo ficou mais claro,
Quando caiu do céu o azul!
E conscientemente o que é meu
Se formou no mais profundo desentendimento.
Se poeta não sou quem me roubou?
Quem disse o que disse,
Não pode voltar a dizer!
Até porque falar por falar
É tropeçar sem querer.
Mas escrevo
E será que é por medo?
Ou pela afirmação ?
Os pés onde me firmo são os mesmos que andam no chão!
Porque terei eu que dar uma explicação?
Aqueles que por medo, só sabem dizer: que não !
Mas que classe tão organizada
Mas que perfeição
É de tal harmonia que deixa a poesia voar sem direção.
Alma o que ?
Verdades onde estais vós ?
Ó sagrada escrita
Que coordenada de nós!
Almas piedosas que vivem de piadinhas
Verdades tão falsas como as minhas...
Vieirinha Vieira “ POETARES”

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